Vaidade


(FOTO: REPRODUÇÃO DA INTERNET)

Vaidade não adoça a boca de ninguém, pois além de ferir sentimentos destrói alegrias também.

Vaidade caminha de esporas, para não pisar no chão, não sabendo ele que na próxima curva da vida há sempre algo mais forte que venha ferir os pés.

Vaidade tem pernas curtas para chegar onde deseja, pois a própria natureza ao se sentir ofendido lhe entrega em mãos espinhos.

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Vaidade envelhece com o tempo, e aquele que era a bola maior de uma vida, se torna murcha e sofrida a espera de alguém para ajudar.

A vaidade é o orgulho vestido de traje a rigor, e se ofusca diante da humildade por ser a modéstia da alma. Ser humilde não necessita se glorificar e por si só se sobressai por excelência.

Confúcio disse: “Um cavalheiro não se aborrece quando os outros não reconhecem seus méritos. Ele se aborrece é com suas incapacidades”.

Sejamos simples como o propósito da vida, para que possamos manter a finalidade da existência humana, nos calores das tempestades sejamos um pouco do vento, nas dificuldades de locomoção emprestemos os pés, e nas escuridões sejamos a luz.

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RAFAEL HOLANDA É MÉDICO E ESCRITOR

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