Máfia do apito? Que nada, aquilo é fichinha no que anda acontecendo aqui e acolá no futebol brasileiro. Acabamos de ver que a cúpula “podre” do futebol brasileiro e aqui entendamos a Confederação Brasileira de Futebol, “oficializar” a perpetuação deles nesta entidade e apoderando-se mais fortemente do nosso futebol.

O que fez a CBF? Aprovou o “novo estatuto” que permite ao seu presidente, Marco Polo Del Nero ficar por mais dez anos no cargo. Aumentou também o poder eleitoral das federações estaduais. Deu um “olé” nos clubes, a CBF estabeleceu que os votos destas federações terão peso 3, os votos dos clubes da Séries A terão peso 2 e os clubes da Série B terão peso 1.

Na prática e o que realmente acontece sempre, se as federações estaduais votarem no mesmo candidato, este terá 81 votos e, unidos, os clubes terão apenas 60 votos, o que quer dizer que os “cartolas” continuaram a mandar. Mas, o mais lamentável que não vimos nenhuma manifestação contrária a tão absurda mudança por parte de nenhum dos nossos “grandes” clubes.

Esta semana, a Paraíba ficou “momentaneamente” estarrecida com um áudio gravado não se sabe à verdadeira procedência de um ex jogador do Botafogo de João Pessoa que fala da suposta compra de resultados em favorecimento ao Belo da Capital, mas, me parece que a coisa entrou em uma fase de esquecimento e, não era para acontecer os “panos frios” neste assunto, certo é que não se vê, nos noticiários esportivos do estado, nenhuma notícia sobre o caso, muito estranho.

Em nossa coluna da primeira semana de janeiro, portanto, antes do campeonato paraibano ser iniciado, escrevi um artigo que pedia um “campeonato limpo” e, me referia a erros “nada comuns” que sempre acontece contra os times chamados pequenos principalmente quando eles atuam em João Pessoa ou em Campina Grande. Como explicar aqueles 7 minutos dados além do tempo normal a favor do Botafogo em João Pessoa e contra o Atlético?

Esse é apenas um exemplo a tantos que vimos se repetir a cada jogo e a cada temporada nesse sofrido futebol paraibano. Tem uma escalação que jamais me convenceu. O Atlético estreou contra o Treze em Campina Grande com árbitro A no apito, na terceira rodada, esse mesmo árbitro A, estava aqui no Perpetão para, novamente arbitrar um jogo do Atlético. Coincidência? Não tenho resposta.

E assim, sem uma Lava Jato, eles vão se apoderando cada vez mais forte daquilo que ainda resta de alegria ao povo brasileiro, o futebol.

Salvo – Com a vitória em João Pessoa frente o Auto Esporte pelo placar de 1 a 0, o Sousa cela a sua permanência na elite do futebol paraibano. Honestamente, jamais acreditei em que o Dino pudesse cair para a segundona do paraibano. Apesar de ter formado um dos piores times da sua história, mesmo assim, a fragilidade dos seus concorrentes diretos a uma possível queda é tão grande que não teria como o time de Aldeone Abrantes cair. Nessa conta está o Paraíba que não conseguiu rumo nesta temporada e o CSP que abdicou do campeonato a partir que o seu presidente resolveu ser o “tudo” do time.

Voltou – Após rescindir o seu contrato com o Bahia, o cajazeirense Renato Cajá está de volta a Ponte Preta. O jogador foi apresentado no Moisés Lucareli nesta e vem como sendo o principal reforço da Macaca para a Copa Sul Americana. Muito embora, Coritiba e Chapecoense estivessem com propostas para Renato Cajá, a sua preferência pela Ponte e por Campinas pesou na hora de optar para qual clube ele seguiria. Está é a quarta passagem do cajazeirense pela Ponte Preta onde se sagrou vice campeão paulista.

BOLA DENTRO – Para o treinador Ederson do Atlético Cajazeirense de Desportos. Ao contrário das vezes anteriores, desta vez ele acertou nas substituições que fez no intervalo. Neste caso ele merece a NOTA 10!

BOLA FORA – Para os praticantes da caminhada na estrada do amor. A especulação imobiliária pode engolir a área desta atividade física. Bom ficarmos de olhos abertos. NOTA 0!

 

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