Secretário da Academia Cajazeirense de Artes e Letras fala sobre retorno da instituição


O professor Francelino Soares, radialista e jornalista, foi o entrevistado do programa “Revista Master”, apresentado por Gilson Souto Maior, em João Pessoa.

Francelino Soares comentou acerca da criação da Academia Cajazeirense de Artes e Letras, pois o mesmo vem trabalhando como nunca há vários anos pela criação dessa academia que possui o apoio dos paraibanos e cajazeirenses.

De acordo com o professor Francelino, o pontapé inicial para a criação dessa academia surgiu no dia 22 de agosto de 2000, ano do Bicentenário de nascimento do Padre Rolim. “Desde criança nós temos na mente essa ideia de Cajazeiras como a cidade que ensinou a Paraíba a ler, é uma ideia cultural”, relatou.

REATIVAÇÃO

Francelino ressaltou que em 26 de maio de 2018 houve a reativação da academia, pois durante esses 18 anos a academia ficou “hibernando”, ou seja, sem a realização de atividades concretas. “Na primeira reunião não tivemos tanta gente, já a segunda foi um sucesso”, completou.

Segundo o professor, em 17 de janeiro deste ano, houve uma reunião de assembléia geral. Ele afirmou que também foi às emissoras de rádio de Cajazeiras para divulgar a reativação da academia.

MEMÓRIA CULTURAL CAJAZEIRENSE

A Academia Cajazeirense de Artes e Letras (Acal) foi criada por um grupo de intelectuais e artistas de Cajazeiras. Com 40 patronos e 40 membros, a entidade tem, entre seus objetivos, preservar a memória e valorizar a cultura na terra do Padre Rolim.

Dentro os patronos da academia estão grandes nomes que fizeram parte da cultural e educação cajazeirense a exemplo: Patrono Honorifíco: Inácio de Sousa Rolim; Alfredo Ricardo do Nascimento (Zé do Norte); Professor e Escritor Cristiano Cartaxo Rolim; o Historiador Deusdedit Vasconcelos Leitão; Íracles Brocos Pires; Ivan Bichara Sobreira, dentre outros.

COM INFORMAÇÕES DO DIÁRIO DO SERTÃO

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