“Saúde pública em Santa Helena é um caos”, acusa Corrinha Félix


corrinha felix

A ex-vereadora e ex-vice-prefeita de Santa Helena em entrevista prestada ao programa Rádio Vivo, da Rádio, DA Rádio Alto Piranhas fez duras críticas e acusações à gestão do prefeito Emmanuel Messias, em Santa Helena.

Segundo a pré-candidata, os salários dos contratados estão atrasados, além de denunciar que uma ponte construída no Distrito de Várzea da Ema a pouco mais de um ano está prestes a cair.

Ela lamentou a demora para conclusão das obras na cidade com recursos federais e pediu fiscalização ao Ministério Público. “Começaram um campo de futebol e agora está parecendo um açude, uma obra que está sendo investigada na Operação Andaime.

Ela disse ter fotos de máquinas da Prefeitura trabalhando em obras licitadas, quando na realidade deveriam ser as empresas ganhadoras das licitações quem deviam executar os serviços e isso está sendo investigado. É importante que o Ministério Público olhe para Santa Helena. É um desastre”.

De acordo com Corrinha, a administração de Santa Helena não mudou nada da antiga gestão de Elair Brasileiro. “Não tivemos nada de novo e o gestor anterior também é responsável por essa situação, tendo em vista que foi ele quem apresentou o atual prefeito à população santahelenense”, disse.

Corrinha denunciou também que os professores não tem conhecimento do montante do dinheiro que entra nas contas do município, pois não há transparência e revelou. Segundo Corrinha o prefeito deixa os professores efetivos sem trabalhar um dia, para colocar contratados, apadrinhados políticos.

Saúde – Conforme a ex-vice-prefeita, a saúde pública em Santa Helena é um caos e a população está totalmente desassistida. “Uma criança precisou fazer uma consulta com um dermatologista que quando foi chamado, um ano depois, já tinha ficado bom”, disse.

Ela disse que faltam medicamentos básicos; os médicos dos PSF atendem três vezes por semana, consultam as pessoas e vão embora. “Se uma pessoa precisar de um médico precisa correr para o Ceará ou para cidades como Cajazeiras e Sousa e se não tiver condições, morre a míngua”, afirmou.

Conforme Corrinha as ambulâncias do município estão sucateadas e o prefeito não se interessa em conseguir uma unidade do Samu para não ter despesas.

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