Rua Pedro Américo

Eu conheço cada palmo desse chão

RUA PEDRO AMÉRICO / FOTO: CHRISTIANO MOURA

Estende-se da Rua Coronel Peba até à Rua São Francisco, início da Rua Engenheiro Coelho Sobrinho. Tem considerável extensão. Foi calçada, a paralelepípedos, pelo Prefeito Octacílio Guimarães Jurema. Ao final dessa Travessa, foi construída, em 1952, a sede social do Círculo Operário de Cajazeiras, numa realização do seu Presidente Horácio Alves Cavalcanti.

Pedro Américo de Figueiredo e Melo, o genial pintor de batalhas, nasceu em Areia, a 29 de abril de 1843. Filho de Daniel Eduardo de Figueiredo e Feliciana Cirne. A sua genialidade artística despertou o interesse do cientista Jacques Brunet que o incorporou à sua missão científica, quando contava, apenas, dez anos de idade. Cursou o Colégio Pedro II, do Rio de Janeiro e a Academia de Belas Artes, também no Rio de Janeiro. Enviado à França pelo Imperador Pedro II freqüentou a Escola de Belas Artes, o Instituto de Física de M. Ganot e a Universidade de Sorbone. Foi professor da Academia de Belas Artes do Rio de Janeiro e representou a Paraíba como Deputado Federal, participando da Assembléia Constituinte de 1891. Autor de numerosas telas que fizeram sucesso na Europa, dentre elas “O Grito do Ipiranga” que retratou o instante primeiro da nossa independência política. Escreveu vários trabalhos, versando assuntos científicos, além de escrever o romance “O Holocausto”. Faleceu a 7 de outubro de 1905, em Florença, na Itália.

FONTE

LIVRO ‘RUAS DE CAJAZEIRAS’, DE DEUSDEDIT LEITÃO

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