[RAFAEL HOLANDA] Ser médico


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Já não se faz médico como antigamente onde o respeito era o padrão essencial para que você pudesse conviver na sociedade, hoje se encontram mais médicos respondendo por suas omissões do que por suas virtudes.

Havia o respeito à vida do próximo maior que a própria vida, não havia a dificuldade de ser socorrido, não havia momento de angustia pela falta de condições financeiras e não havia acima de tudo o médico mercenário.

O mundo se globaliza e todo tipo de safadeza aparece dentro do universo médico a começar pela formação, onde estudantes aprendem a burlar a ordem e se espalham pelo interior não com a intenção de aliviar a dor, mas aliviar o bolso de quem já nada tem.

Perde-se o amor se ganha à ganância perde-se a esperança prevalece à safadeza perde-se a caridade e reflete o brilho do vil metal aumenta o obituário e ressurgi a imprudência, imperícia e confirma a habitual negligencia.

Desta maneira se faz necessário que se tenha em casa uma vela para que diante de tamanha intolerância, por não acertar o preço, não ter convênio e ser pobre, seu parente não venha morrer sem a devida luz universal.

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