Que seja assim em 2019

A COLUNA DE RAFAEL HOLANDA

Eu gostaria que o ano que inicia, todos nós tivéssemos o direito de viver as alegrias da vida; abrir as nossas janelas para ouvir a banda passar; ouvir o canto de pássaros que com a maestria nos trouxesse a paz interior.

Gostaria de contemplar a beleza da vida; que apesar de muitas vezes curta e sofrida vale a pena ser vivida; dividir felicidades implantando no coração de cada um o direito de ser feliz.

Viver pelos caminhos da luminosidade, buscando compor por palavras as melodias que balançam a paz; gostaria que ser as mãos que encantam , que lutam e consolam, transformando em tapete para sossegar as insônias de tantos.

Que os ouvidos de todos se tornassem sentinelas, para ouvir as dores a distancia e confortar desespero, e com isso destituir caminhos ocultos, estreitos e sem saída, transformando-os em amplo jardins de serenidade.

De que todos fossem hino que respeita a vida, o lenço que enxuga a lágrima, os olhos que com sua função pudessem enxergar o que se faz oculto e com isso dividir mesmo o que não se pode, para que numa simbiose de fé acalmar corações sofridos.

Procurarmos sombras para aliviarmos o sufoco, transformando os nossos pés em passagens capazes de buscar pelos caminhos desencontrados, o céu daqueles que vivem na imaginação e na incerteza.

Gostaríamos que todos se amassem, e por sua fé buscassem proteger com sua crença, os que vivem a vida na esperança de uma dia fascinante para viver, com a finalidade de que a melodia do silêncio levasse aos quatro ventos a sua suavidade de ser. 

No mundo em que pintamos para o amanhã que se aproxima, não houvesse razões para chorar, que o sossego fosse o remanso da vida; viver a divisão das cruzes com a finalidade de somar e com isso sermos o brilho nos olhos mediante a alegria de servir.

Que pudéssemos compreender as dores das minorias, dos que sofrem as descriminações; que pudéssemos ser um abraço maior, onde os raios da esperança pintassem as casa de cores e sonhos de paz; retirando a forma cinza que hoje adorna este mundo sofrido.

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