População está revoltada com aumento exagerado da conta de energia elétrica


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A revolta da população tem sido intensa nas emissoras de rádio e redes sociais, com relação ao aumento estrondoso nas contas de energia durante o mês de outubro, para pagamento agora no mês de novembro.

Foi um verdadeiro choque, tendo em vista que muitas contas mais do que dobrou de preço, sem que tenha aumentado o consumo, segundo os depoimentos dos consumidores.

Mesmo com aumento de tarifa e a bandeira vermelha ter sido a mais alta, em função da falta de água nos reservatórios, os aumentos foram inexplicáveis, afetando, inclusive, famílias humildes de baixo consumo.

Um consumidor apresentou ao jornal Gazeta uma conta de R$ 665,48, com vencimento para o dia 11 de novembro, tendo consumido 979kwh e a última conta, com vencimento para o dia 11 de dezembro e que passou para R$ 1.000,09, tendo ele consumido 1.136kwh.

A população também começou a observar e reclamar dos impostos e taxas que são cobradas na conta de luz, como ICMS, Pis, Confins e Taxa de Iluminação Pública, que terminam onerando e muito a conta de energia todos os meses. Na fatura de R$ 1.000,09, a Energisa informa que o consumo foi de R$ 857,15; a Tarifa Vermelha foi R$ 70,88; a Contribuição de Iluminação Pública foi de R$ 10,82 e o complemento de reajuste tarifário referente a outubro de 2017 foi de R$ 47,48.

 

Numa conta de R$ 319,67, a Energisa explica que teve um gasto R$ 73,16 pelos serviços de distribuição de energia; R$ 100,04 pela compra de energia; R$ 11,27 pelos serviços de transmissão; R$ 20,27 por serviços setoriais e R$ 114,98 de encargos e impostos diretos, resultando em um peso financeiro muito elevado para população.

Algumas pessoas pobres disseram que vão que optar: “pagar a conta ou comer”. O deputado estadual Jeová Campos ia apresentar na última terça-feira, um requerimento solicitando a presença de representantes da Energisa na Assembleia Legislativa para explicarem esses aumentos absurdos, entretanto, não foi aprovado em função da falta de deputados em plenário para que a sessão fosse realizada.

Em Cajazeiras, a Câmara Municipal realizou uma Sessão Especial para discutir o assunto, entretanto, a Energisa, simplesmente não enviou representante. O Ministério Público também foi convidado, mas também não enviou nenhum promotor.

O Procon estadual esteve presente. Ficou decidido que uma ação será impetrada contra a Energisa junto ao
Ministério Público. A manifestação vai acontecer dia 29, quarta-feira, saindo da Praça das Oiticicas, às 8 horas até a sede do Ministério Público Estadual. A população deve levar cópia dos papéis de energia. Na oportunidade, o Procon vai entrar com uma representação contra à Energisa.

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