Os bastidores da ACAL (2ª parte)

A COLUNA DE FRANCELINO SOARES

Antes da Assembleia-Geral Extraordinária de nossa Academia, ocorrida numa data que para nós passou a ser emblemática – 17 de janeiro de 2019 –, foram organizadas relações de cidadãos vinculados às artes, às ciências e às letras em geral que, por seus próprios méritos e por suas ações nos respectivos campos de atividades em nossa cidade e/ou região, mereciam figurar numa lista prévia de “candidatos” a Patronos/Patronesses de nossa entidade acadêmica. Assim é que, depois de marchas e contramarchas, chegou-se à aclamação definitiva de uma lista já bastante divulgada na mídia. É necessário dizer-se que, dos cerca de sessenta nomes propostos, se chegou a essa lista final. Mesmo assim, restaram duas Cadeiras vazias – nº 30 / Maria Lacy Nogueira Alves da Silva e nº 34 / Mozart de Souza Assis, cujas vagas continuam em aberto até que uma Assembleia Ordinária estabeleça critérios e data para a primeira eleição de dois novos postulantes à ACAL. É necessário que se diga que, para essas mesmas Cadeiras, dois pretendentes foram aclamados e, até o limite de uma data pré-estabelecida e ajustada, aguardou-se uma definição desses dois candidatos que, por motivos que não nos compete avaliar, desistiram da postulação.

Agora, após a festiva posse dos(as) Acadêmicos(as), ocorrida em 24 de maio passado, é hora de a ACAL “mostrar a que veio”. E a nossa primeira grande missão é publicar os esboços biográficos dos(as) Patronos/Patronesses, trabalhos criteriosamente elaborados pelos respectivos ocupantes de cada uma das 38 Cadeiras, após exaustivas pesquisas que cada um realizou e em que buscou desvendar para os pósteros o que e quem foram esses homenageados. E, diga-se de passagem, nem as duas Cadeiras vazias ficaram sem uma resposta. (O próprio corpo diretivo da Academia tratou de sanar essa dificuldade.)

De conclusivo, pode-se afirmar aos que buscam conhecer a nossa história que o livro a ser lançado em agosto próximo trará fatos interessantes e curiosos, tanto sobre o nosso passado longínquo, como sobre o nosso passado recente. E assim digo porque, ao lado do Padre Mestre, Mãe Aninha, Dom Moisés Coelho, Vitória Bezerra, Padre José Thomaz, “desfilarão” personagens mais recentes, como Zé do Norte, José Adegildes, Mons. Vicente, Mons. Luís Gualberto, Dom Zacarias, Maestro Rivaldo Santana, Gerson Carlos, Prof. Pacelli, Teté Assis, Íracles Pires e todos os outros que irão sendo apresentados nesta Coluna, como se estivesse proporcionando aos leitores uma espécie de trailer cinematográfico de fatos curiosos que, talvez, ainda não sejam do conhecimento dos nossos conterrâneos e contemporâneos.

Quem viver lerá e, com certeza, haverá de conhecer mais e melhor…

Ad Perpetuam rei memoriam!

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