Por aqui atuaram, e certamente atuam até hoje com novos ou nem tanto turma de gente jovens, e ouras nem tanto, com seus títulos alguns interessantíssimos, que se dedicavam exclusivamente, e as vezes perpassavam o objetivo dessas turmas: Se reunir para celebrar, Primeiro o deus Dionísio (Baco em Roma), que era o deus do vinho, por essas bandas, convenientemente trocado pela nossa abundante e barata cachaça. E em certos casos, antes e durante as festas, já criar coragem para tirar as meninas para dançar nas festas.

Existiam relatos (raros) dessas turmas no começo do sécilo passado, como a que participava Dr. Christiano Cartaxo, e seus contemposâneos, que tinham inclusive sede, e que o estandarte (a bandeira na entrada) dessa seria uma meia feminina adquirida como troféu de uma antiga(e cbote antiga nisso) conquista. É a única informação que disponho.

Depois surgiram turmas que aproveitavam as quermesses para lançar jornais satíricos que faziam comentários depreciativos sobre determinadas pessoas para que elas viessem a patrocinar a festa desses (segundo eles: ser o “pagão”) e se mudava o conceito do antes criticado. Mas, como eu disse nada disso presenciei e paro por aqui.

O primeiro nome dessas turmas que eu tive oportunidade de ver lá pelo começo da década de 60, no Bar Alvorada (que naquele tempo nem era de Ionas- era Chicão, salvo engano), o Sindicato, e que alguns ex- membros me contaram e recontaram: seria o Sindicato do álcool, cujo objetivo social era “encher a cara”. Agora, havia uma espécie de diferença eles queriam tosos os bares de cajazeiras em pleno funcionamento: Quando abria um novo, eles frequentavam esse até que ele conseguisse se manter. E quando tinham notícia de que um bar estava fechando as portas, ai iam frequentar o bar em dificuldades até passar a crise (financeira ou existencial) dessa “casa de tavolagem”, para não esquecer o jargão jurídico. Dois exemplos de membros do Sindicato me vem a memória, Juarez Moreira e Jú Coelho.

Esse foi paulatinamente sendo substituído por uma turma que ficaria famosa até hoje: Os Penetras. Título dado por uma das pretendentes a socialaite de nossa cidade, que fez uma crônica que o grande problema das festas de família (aniversários, etc.) eram “os penetras” que conseguiam irem sem serem convidados, daí o título, eles se aauto apelidaram de “a turma dos penetras” e posteriormente essas mesmas promovidas por gente menos intransigente, já reservavam uma mesa especialmente para “os penetras”, Essa turma pode ser considerada paradigmática em nossa cidade, e apesar das quantidades quase industriais que eles bebiam, tinham, time de futebol de campo (para ter um são necessários 22 jogadores), foi campeão municipal de Salão, e depois formou a maior sede de turma que jã houve em nossa cidade – o Jovem Clube, eu eu aos 14 anos fui aceito como sócio, para não ser barrado pelo rigoroso Pedro Revoltoso. A turma e o Jovem Clube, realmente marcou época: a primeira Luz negra, que fazia os tecidos brancos cintilarem, e a gente poder saber se a a parceira de dança usava prótese dental.

Os bailes (o nome não seria bem esse) vespertinos do Jovem, pois ficava situado no primeiro andar do Cine Édem, na praça João Pessoa. Parava o carro e subia, era famosa e especial o baile de terça feira, que todo mundo jã sabia: Tinha que usar uma camisa que nunca mais iria vestir, e as meninas usarem por baixo desta a parte superior do biquíni, pios, bem ao tempo da igualdade de Gênero, elas também tinham suas camisas rasgadas. Mas se não tivessem eram barradas na enrrada pelo inflexível Pedro Revoltoso. Os trapos eram jogados nos fios da Praça em frente ao clube, que de serto modo era uma decoração ímpar.

Depois esse turma frequentava o Fuba’s Bar, a meiota mais honesta da cidade, e como particularidade, tinha uma cadeira chamada de trono, em que quem sentasse nela casava.

Mas tem um livro, escrito por Júnior, um dos Penetras, que se alonga por esse tema, e como eu que nem sou citado nesse livro, não me considero expert e paro por aqui.

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