O mecânico doador de sangue

Gaiatice, fuleiragem e o mais puro espírito de cajazeirabilidade

TATYANA
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[dropcap style=’box’]N[/dropcap]os anos 1960, um caminhoneiro gaúcho vinha passando por Cajazeiras e o seu possante pifou nas imediações da ponte do Riacho da Curicaca. De pronto, pediu que seu ajudante entrasse na cidade em busca de um mecânico.

Na cidade, o ajudante do caminhoneiro encontrou o afamado mecânico Seu Chiquinho que, após passar o serviço que vinha fazendo aos seus ajudantes Gastura e Rosca Fina, foi até o local do ‘prego’ para resolver a situação.

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Ao avistar com Seu Chiquinho, um homem miúdo, de cara enrugada, o gaúcho puxou de lado o seu ajudante e deu-lhe uma reprimenda: “Mas tu trouxeste esse cara fraquinho, tchê!?”

Seu Chiquinho, bom das ‘oiças’ que era uma beleza, enquadrou o gaúcho na hora: “Meu amigo, você precisa de um mecânico ou de um doador de sangue?”

ELIANE BANDEIRA

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