O centenário Domício Holanda


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Natural da antiga Vila de Conceição, no Vale do Piancó, Domício Rodrigues de Holanda criou vínculos profundos com Cajazeiras, se constituindo numa das personalidades mais marcantes da vida social da cidade. Nasceu em 9 de agosto de 1915 e, ainda jovem, fixou residência em Cajazeiras, constituindo uma das mais tradicionais famílias, onde participou de vários movimentos em favor do crescimento do município.

Dos 42 anos de Banco do Brasil, 24 foram em Cajazeiras, prestando relevantes serviços à causa da instituição e ao povo cajazeirense e sertanejo. Esse exemplo de bancário dedicado e eficiente, inclusive, foi seguido pelos filhos Nilmar e Marcelo, ambos funcionários da agência do BB, em Cajazeiras, durante muitos anos.

Em Cajazeiras, Domício Holanda também fez algumas investidas pelo campo político-partidário. Nunca foi candidato a cargos eletivos, mas participou da vida política, como militante do velho PSD e, depois, do MDB. Era seguidor de carteirinha do saudoso Ruy Carneiro. Seu primeiro filho, Nilmar Holanda, conta que ele foi vítima, inclusive, de algumas perseguições políticas, por parte do regime dominante da época. Essa sua posição política, segundo Nilmar, resultou numa inesperada transferência para São Luis, no Maranhão. Mesmo assim, ele não se dobrou, conseguindo, logo em seguida, voltar para a Paraíba e se fixar em Campina Grande.

Era casado com Dona Adorívia Ferreira de Holanda. Do casal, nasceram os sete filhos: Nilmar (bancário); Marcelo (bancário); Rafael (médico); Gláucia (socióloga); Domício (funcionário do INCRA); Wágner (engenheiro civil), e Luciano (médico).

GAZETA DO ALTO PIRANHAS

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