[JOSÉ ANTONIO DE ALBUQUERQUE] Gazeta: 900 edições


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Esta edição do GAZETA é a de número 900. Já são passados 17 anos e dois meses, desde o dia 1º de janeiro de 1999, que semanalmente circula o nosso jornal, além de algumas edições especiais que foram publicadas em eventos, efemérides e datas especiais.

Ao longo destes anos as satisfações, prazeres e alegrias superaram todas as decepções e tristezas, incompreensões e desânimos. Este número é representativo não somente para a imprensa escrita de Cajazeiras, mas de todo o Alto Sertão da Paraíba.

O jornal que teve vida mais longa em nossa cidade foi O RIO DO PEIXE, que circulou no dia 16 de novembro de 1924 e o seu proprietário era Dr. Ferreira Júnior e posteriormente transformou-se em órgão de orientação católica, sob a direção de Dr. Ferreira Júnior e como redator-chefe o Dr. Cristiano Cartaxo e redator-gerente o professor Hildebrando Leal e circulava semanalmente a quinta-feira.

O RIO DO PEIXE foi o terceiro jornal de Cajazeiras. Antes circularam A ALVORADA e o PÁTRIA JORNAL, entre os anos de 1920/1930. Entre os anos de 1930-1940, O RIO DO PEIXE continuou circulando. Foi um jornal sério, de elevado destaque cultural em nosso meio, muito conceituado em toda a região do Alto Sertão, tendo circulado durante uns vinte anos.

A História registra que em Cajazeiras já circularam, entre os anos de 1920/1960 oito jornais e destes jornais existem poucos exemplares e quem era possuidor de algumas coleções era o historiador Deusdedit Leitão, mas infelizmente desapareceram de seu acervo e devem está “entocadas” em lugar incerto, o que é profundamente lamentável.

O GAZETA tem uma história de resistência e perseverança, mas lamentavelmente encontramos nos nossos caminhos os “pregadores” da destruição e do insucesso, mas por outro lado temos um batalhão de leitores, admiradores e de forma relevante os nossos anunciantes que acreditam e continuam acreditando nos sonhos de três malucos: José Antonio, Josival Pereira e Christiano Moura, que em 1999, no dia primeiro de janeiro, davam a luz ao primeiro GAZETA. Josival migrou para a capital do estado e é destaque na imprensa paraibana e Christiano é o multimídia mais credenciado do sertão da Paraíba.

O GAZETA não é pagão. Tem um padrinho que sempre acreditou e continua acreditando, não somente porque gosta e admira as coisas de Cajazeiras, mas e principalmente porque sabe do valor deste órgão que semanalmente registra, os fatos mais importantes ocorridos em nossa região, e este cidadão é Seu João Claudino, a quem temos não só como PATRONO, mas como um mecenas da imprensa escrita de nossa querida cidade de Cajazeiras. A Seu João o nosso profundo agradecimento por acreditar nos nossos sonhos.

Peço a Deus muita saúde para voltarmos a esta página, daqui a mais 100 edições, para fazermos uma festa de palavras, na milionésima edição. Estejam todos convidados para a leitura.

Marcelo Formiga – Um jovem cheio de sonhos, que tinha como marca registrada um largo sorriso e por ironia do destino morreu vítima de um acidente entre a moto que dirigia e um automóvel, que segundo se comenta, estaria sendo dirigido por um motorista embriagado. É comum os professores serem sepultados pelos seus ex-alunos, mas infelizmente tivemos a tristeza, como professor de Marcelo, participar de suas exéquias na cidade de Pombal, ao lado de seus colegas de turma e outros colegas professores do Centro de Formação de Professores, Campus da UFCG de Cajazeiras. Fica a saudade de seu imenso sorriso.

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