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Fibonacci: quem aposta?

Gaiatice, fuleiragem e o mais puro espírito de cajazeirabilidade

TATYANA
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[dropcap style=’box’]N[/dropcap]uma época boa e distante, quando nós, a maioria dos jovens mortais cajazeirenses, não sabíamos quem era um tal de Fibonacci! Cidadão que eu, só vim a saber quem era 40 anos depois, em 2004, quando li o livro Código Da Vinci.

Um certo dia, lá em Campina Grande, Valiomar aparece na república, com uma arrumação de um tal jogo de Fibonacci. Aí, danou-se todo mundo a biritar e brincar a mazela do jogo! E, a ficar bêbado, pois quem er- rava, havia de tomar uma lapada de cana.

Matemática pura. Explico: a série Fibonacci, é uma sequência de números, começando a partir do 1(um), onde o número seguinte é a soma dos seus dois antecessores. Sendo assim: 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34, 55…

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Então, começava-se a contagem e ia rodando. O sujeito tinha que acertar, perdeu… Cachaça no toba. E quanto mais errava, mais pinga.  Agora, adivinha quem nunca errava? Valiomar!

Ficou todo mundo melado e o filho da mãe, tirando o sarro de todos, sem beber nenhuma.  Sinto saudade da acanaição daquele amigo!

DO BLOG DO CLAUDIOMAR ROLIM
TATYANA
ELIANE BANDEIRA

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