Documentário vai mostrar vida de transexuais e travestis em Cajazeiras


A produção de um documentário que visa oferecer uma ferramenta de visibilidade e sensibilização da sociedade para estigmas sofridos por pessoas trans e travestis, buscando mostrar sua vida, seus sonhos e objetivos. Trata-se “Existirmos, a que será que se destina?”, projeto aprovado no edital do Fundo Municipal de Incentivo à Cultura (Fuminc) 2018, que será desenvolvido neste ano de 2019, numa iniciativa da Prefeitura Municipal de Cajazeiras através da Secretaria de Cultura e Turismo. A propositura é de Joyce Montinelly Oliveira.

O documentário visa, também, desmistificar velhos preconceitos; garantir, através da arte, inclusão e respeito; mostrar que o cotidiano dessas pessoas merece ser conhecido; conhecê-los a partir do olhar e fala deles; caracterizar a vulnerabilidade da população de travestis e transexuais (femininos e masculinos); denunciar a violência sofrida por esta comunidade; e compreender as formas de exclusão e preconceito que tem legitimado práticas de violência contra a identidade de gênero desta população.

O documentário “Existirmos, a que será que se destina?” pretende trazer uma reflexão acerca da vida de travestis e trans na cidade de Cajazeiras, sua busca por respeito e visibilidade. É dirigido por uma mulher transexual, militante do movimento LGBTQ+, que conhece por dentro todas as amarguras e alegrias de se assumir diferente do que a sociedade propaga como “normal”, pagando seu preço pela busca da dignidade.

Os investimentos em cultura do governo municipal para 2019 serão em torno de R$ 217 mil. No ano passado, os investimentos foram de R$ 130 mil. A Prefeitura Municipal de Cajazeiras, na atual gestão, foi a primeira a respeitar a lei de incentivo a cultura, ao repassar ao Fuminc o percentual de 2% da arrecadação do município, conforme a lei 1891/2011.

COM INFORMAÇÕES DA PREFEITURA DE CAJAZEIRAS

No Comment

Leave a reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *