Os rios da miséria não secam as pequenas nascentes de doenças tão simples e facilmente curáveis vão de forma permanente distribuindo misérias aos pequenos jovens que não tiveram o direito de serem felizes.

São rios que não sofrem a assoreamento em decorrência das sepulturas que são cavadas por este Brasil esquecido, por políticos que procuram buscar transformar tudo em circo de pão e água.

Vivemos a responsabilidade de não se curvar, de não vivermos perdidos em selvas ocultas, com a finalidade de que os nossos olhos se tornem cegos às coisas mais aberrantes que conseguimos enxergar.

O pão compra a alma do necessitado, mantendo a sua dignidade abaixo da linha da pobreza do caráter, os colarinhos brancos passeiam por cima dos cadáveres que mesmo vivos se encontram mortos na forma mais simples do desrespeito.

O destino do pobre é viver mais pobre do que ontem, já não há o emprego suficiente para receber de bom grado os que desejam trabalhar, porque a bolsa fez questão de ensinar a preguiça como repouso.

Constroem o que de fato não terá a mínima representação para o amanhã, implantam sonhos que não existem, coisas que não se traduzem o fiel desejo dos que são desesperados, dos que buscam uma verdade e se encantam pela mentira. 

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