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Felizes os que confiaram na Divina Providencia e assumiram tarefas muitas vezes impossíveis e venceram, pois tinham diante de si uma criatura querida para proteger; alguém para falar e uma casa para sustentar.

Os que visitaram os doentes sem a necessidade de serem avisados, os que ajudaram muitos no trato da terra a cultivar. Os que rezaram pela esperança do amanhã, pois com isso serão capazes de compreenderem que a existência é soma de tudo que fizemos no cotidiano.

Os que compartilham alegrias e dores; os que ajudaram a ser livre para encontrarem a si mesmos, tal qual desejam você à independência própria para ser você, em qualquer lugar.

Os que compreendem e não abandonam a própria sorte, aqueles que chegam ao mundo em graus variáveis de excepcionalidade, os que não sepultam esperanças e levam consigo a arte maior de carregar cruzes doadas por Deus.

Os que se tornam lágrimas nas dores alheias, os que lutam contra as descriminações, os que se fazem alegrias nas desesperanças, os que se transformam orações e com versos da vida elaboram canções para Deus.

Os que regem a alegria da vida buscando concretizarem sonhos perdidos, os que balançam o berço se tornando reflexo dos céus na esperanças dos que sofrem os que se transformam em carinho e buscam num universo de tristeza, dias de paz e conforto para tantos.

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