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REFRESCO

Gaiatice, fuleiragem e o mais puro espírito de cajazeirabilidade.

Esteve sempre antenado com as coisas de sua terra e dela e seu povo herdou o espírito buliçoso e gaiato. A sua gaiatice não se traduziu em grandes estórias suas, de participação especial, de protagonista, mas poucos souberam divulgar com a sua mestria as descrições do espírito cajazeirense, naqueles tons de alegria e saudade, fincados na …

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Quando minha avó Dosanjos inesperadamente ficou viúva, sobrou-lhe apenas o Sítio Melão, no Estado do Ceará, depois dos acertos com os credores. Na penúria teve a ideia de saber o tamanho da propriedade e então chamou um topógrafo da região. A figura veio, acertou o preço e caiu em campo para fazer o serviço. Usando …

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Numa época boa e distante, quando nós, a maioria dos jovens mortais cajazeirenses, não sabíamos quem era um tal de Fibonacci! Cidadão que eu, só vim a saber quem era 40 anos depois, em 2004, quando li o livro Código Da Vinci. Um certo dia, lá em Campina Grande, Valiomar aparece na república, com uma …

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João de Manoelzinho, homem simples, semi-analfabeto, provido de toda brutalidade, esperteza, valentia, criatividade e até delicadeza que a universidade da vida pode dotar, marcou presença como um Pedro Malazarte da Cajazeiras dos anos sessenta e setenta. Enfrentando a lâmina tênue da vida como um verdadeiro sobrevivente da pobreza, da fome e da violência, fez de …

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Borracha – esse foi o apelido que colocaram em Leopoldo. Cajazeirense de quatro costados, figura ímpar na cidade. Fez história desde a adolescência. Amigo de todos na cidade, não se sabe se pelo gosto esmerado de tomar umas e outras (botem-se muitas umas e muitas outras) ou pelo fato de ser fofinho, gordinho. Borracha sempre …

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