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Aniversário de Jeová Campos leva milhares de pessoas às ruas de Cajazeiras

Jeová Campos e família
Jeová Campos e família
O ex-deputado estadual Jeová Campos (PSB) realizou a 10ª Festa da Solidariedade na Rua Juvêncio Carneiro, Centro de Cajazeiras, nos dias 03 e 04 de Janeiro.
Passaram pelos dois palcos armados, com estrutura de camarote, Bandas como: Limão com Mel, Judimar Dias e Banda Rekebrança, Os Nonatos, Homenagem aos 50 anos da sanfona de Chico Amaro, Nairê, Fernando Mendes, Gilson e Mania, e a Banda de Rock Escaravelhos.
Nos dois dias da Festa da Solidariedade, também comemorando os 50 anos do ex-deputado estadual, Jeová Campos, o Rua Juvêncio Carneiro superlotou pelo povão que veio prestigiar o grande evento.
A entrada na estrutura armada da Festa dos 50 anos de Jeová Campos era apenas dois quilos de alimentos não perecíveis, os quais depois serão revertidos às instituições de caridades da região.
Jeová Campos na oportunidade pôde receber o carinho dos amigos, e lideranças políticas, a exemplo da Prefeita de Cajazeiras, Denise Albuquerque, o Secretário de Interiorização do Estado, Dr. Carlos Antônio de Oliveira, o Prefeito Domingos Neto de São José de Piranhas, Roberto Baima de Bom Jesus, o vice-prefeito de Cajazeiras, Júnior Araújo, além de vários vereadores, e lideranças políticas de todo alto sertão da Paraíba.
Pelo volume de gente que ocupou todo o espaço da Rua Juvêncio Carneiro em Cajazeiras, a Polícia Militar informou que não foi registrado nenhuma ocorrência de estado grave, que chamasse à atenção da população. Tudo dentro da normalidade e tranquilidade.
Jeová disse ainda, que estava muito satisfeito pelo resultado final da Festa da Solidariedade: “O povo do Sertão é muito solícito e veio prestigiar essa festa que virou tradição. Nestes meus 50 anos, não seria diferente. Agradeço aos amigos que proporcionaram essa alegria toda para todos nós”, frisou o dono da Festa.
FOLHA DO SERTÃO
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Romance “O Peso da Luz” tem inspiração em inventor cajazeirense

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Conversando com um jornalista que esteve em Sobral em maio de 1919, o inventor Roselano Rolim, personagem principal e narrador do novo livro de Ana Miranda, descobriu que a Teoria da Relatividade Geral, de Albert Einstein (1879-1955), também era conhecida com o saboroso nome de Teoria do Peso da Luz – porque a luz, vinda de uma estrela em direção à Terra, poderia acabar sendo atraída pelo Sol, como “um fio pesado”.

Essa denominação, de substantiva qualidade poética para uma árida teoria física, segue não apenas anotada nos cadernos de Rolim, mas vai também ao título dessa ficção de 241 páginas.

O Peso da Luz: Einstein no Ceará, publicado pelo Armazém da Cultura, tem como pano de fundo a vinda de comissões científicas ao Estado na tentativa de comprovar as ideias do alemão, cujos estudos chegaram à conclusão de que o tempo, que pode se dilatar, é relativo ao lugar do observador no espaço. Uma história paradoxalmente famosa, mas ainda pouco conhecida.

O livro foi pensado como parte de uma coleção de novelas sobre temas históricos do Ceará, “matéria quase virgem” para a literatura. “Depois que vim morar no Ceará, comecei a me impregnar dos elementos da cultura cearense. Isso foi me dando material interior para que minha literatura partisse dessa realidade”, destaca. Suas crônicas, escritas quinzenalmente aos domingos no O POVO, ajudaram-na ainda mais a ser atravessada pelo cenário local.

A princípio, a ideia para a coleção, segundo Ana, repensava nosso passado cronologicamente. Mas a narrativa de um inventor que nutre grandes esperanças com a vinda de renomados cientistas estrangeiros ao Nordeste conquistou as atenções por aproximá-la de uma teia familiar.

Assim como o personagem, o tio-avô da autora era um inventor em Cajazeiras (PB). Segundo a lenda familiar, um controle remoto fabricado por ele fazia parar máquinas de toda sorte. E, do mesmo modo que na ficção, o parente de Ana também teve a invenção roubada por um estrangeiro e patenteada fora do país. Como ela mesma diz, foi uma espécie de “chave” para abertura de novas portas.

Porque O Peso da Luz traz um caminho ainda inexplorado na ficção dela. Enquanto trabalhos como Boca do Inferno (1989), Clarice (1996) e Dias & Dias (2002) põem a literatura como tema central de investigação, dessa vez, sua pesquisa esteve às voltas com ciências mais exatas.

À medida que lia textos de Einstein e sobre ele, foi encontrando possibilidades literárias. “As estrelas, a lua, os planetas, o mistério do universo, tudo isso foi me alimentando como se fosse a própria poesia. A visão que eu tenho da Teoria da Relatividade é a visão poética”. Principalmente por conta do eclipse total que aconteceu naquele dia 29 de maio de 1919 e foi o responsável por atrair as equipes organizadas pela Royal Astronomical Society, de Londres.

Além disso, o quixotesco Roselano, criado pelo avô, um relojoeiro alemão, é alguém que, por ser inventor (criando uma máquina que nunca para), tem uma potência criativa, assim como seu amigo poeta. “São duas figuras de busca, com uma visão outra do mundo. O poeta na palavra, e o inventor usando a técnica, mas também com um sentimento poético”, analisa. E, nesse contexto, a literatura também não se furta à exatidão e à precisão.

Esses personagens estão diante tanto de um sentimento de provincianismo quanto de exílio, este último presente em todos os livros de Ana Miranda. Roselano tenta transcender a realidade insossa olhando as estrelas. Constrói inclusive um telescópio rudimentar para isso. Como se encontram dois mundos diferentes – aquele do inventor ingênuo e o dos cientistas estrangeiros seguros de si – é uma questão que as páginas da novela tentam responder.

Vinda de Yuxin, alma (2009), seu último romance, que chega “às raias do experimentalismo”, Ana foi se encontrando com uma linguagem mais exata para retratar essa história. “Qualquer trama que você queira abordar será sempre uma questão de linguagem. Sempre. No meu caso, eu sou uma escritora de linguagem”.

“É uma história fascinante que corre na minha família, mamãe sempre a repete. Esse tio, que se chamava Inácio Nóbrega, e morava em Cajazeiras da Paraíba, inventou nos anos 1930 um controle remoto, e cedeu os desenhos e cálculos a um viajante alemão, que prometeu patentear o invento em seu país. Mas desapareceu com os esquemas, e meu tio Inácio nunca mais teve notícias. Foi uma consternação para ele e para a família. É uma homenagem aos inventores em todas as áreas, às utopias e quimeras. Mas também é uma homenagem ao Ceará, pois aborda um tema cearense, que é a comprovação da teoria da relatividade geral, de Einstein, ocorrida durante um eclipse em Sobral, em 1919. Para lá foi enviada uma comissão científica com a missão única de comprovar a teoria do cientista nascido na Alemanha. Interessante é que foi na época da Primeira Grande Guerra, e britânicos e alemães eram inimigos. Além da grande conquista científica, que revolucionou o mundo em tantos aspectos, a comprovação foi uma espécie de vitória do espírito de cooperação contra o espírito bélico.”

O livro – Novela da renomada escritora cearense, Ana Miranda, O peso da luz, Einstein no Ceará, conta a eletrizante aventura de um amante das ciências que narra em forma de memória sua trajetória pelo universo do conhecimento científico. Inventor de uma máquina utópica, relojoeiro de profissão, estudioso assíduo das mais avançadas teorias, com as de Albert Einstein, põe-se, ao lado de um amigo poeta, rumo a Sobral, a fim de comprovar a teoria da relatividade geral a partir de um eclipse total do sol. Mesclando habilmente história e ficção, O peso da luz, Einstein no Ceará, põe lado a lado personagens criados pela ágil e fértil imaginação da escritora e personalidades da própria história, inclusive o próprio Albert Einstein.

O POVO & OUTROS
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OAB Cajazeiras reúne advogados em confraternização

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No último final de semana, a OAB subseção de Cajazeiras realizou uma confraternização que reuniu todos os advogados da ordem e seus familiares. O evento ocorreu na Choperia e Petiscaria Varanda.

Na oportunidade, o presidente da OAB de Cajazeiras, João de Deus Quirino Filho disse que 2013 foi um ano cheio de atividades, onde a OAB apresentou-se bastante atuante. “Estamos fechando o ano com chave de ouro, após inaugurar o parlatório e após a solenidade de entrega de novas carteiras”, disse.

Para Joãozinho, o intuito da confraternização é comemorar o sucesso da ordem e celebrar a vida de cada advogado. “Esperamos que a OAB possa ser ainda mais atuante em 214 e dizer que estamos ao lado dos advogados sempre”, concluiu.

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DIÁRIO DO SERTÃO
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Termina em Cajazeiras o Cine Sesi Cultural na PB

Depois de rodar, desde julho, por 13 cidades do interior da Paraíba, termina neste final de semana a temporada 2010 do projeto Cine Sesi Cultural na Paraíba. A última cidade visitada será Cajazeiras.

Mesmo sendo um dos mais importantes municípios paraibanos, Cajazeiras não possui sala de cinema há mais de 25 anos. A cidade já teve cinco salas de cinema (Cines Moderno, Éden, Cruzeiro, Apolo XI e Pax), sendo o primeiro fundado nos anos 1920. Além disso, tem uma tradição na formação de grandes profissionais ligadas à sétima arte, como Zé do Norte, Marcélia Cartaxo, Soya Lira, Eliéser Rolim, Sávio Rolim, Bertrand Lira, Lúcio Vilar, Nanêgo Lira, entre outros.

Durante os três dias de exibição serão apresentados um curta e um longa metragem para a população presente. Na sexta-feira (22), o público confere Vida Maria e Se Eu Fosse Você 2, no sábado (23) o curta Os Filmes que Eu Não Fiz e o longa Pequenas Histórias e no domingo (24) o curta Até o Sol Raiar e o longa A Era do Gelo 3.

Os filmes são apresentados em tela alto alvura de 12 x 5 metros com um projetor de 35 mm. O som possui três vias de dois mil watts e projetor Hi-Light Xenon de dois mil watts, além de cinemascope, o que permite boa visualização e audição a uma distância de até 25 metros. Tudo isso garante o elevado padrão de qualidade técnica e de conteúdo das projeções.

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Arreio de Ouro no encerramento da Vaquejada de Cajazeiras

Após o sucesso das apresentações de Solteirões do Forró (na sexta) e Sirano e Sirino (no sábado), chegou a vez do esperado show da banda Arreio de Ouro, no encerramento da XI Vaquejada do Parque Maria das Neves, em Cajazeiras.

Enquanto a moçada disputa cada palmo do “inferninho” e dos camarotes, a refrega na pista continua, com os vaqueiros disputando R$ 15 mil em prêmios, distribuídos até o 10º colocado.

O Parque Maria das Neves está localizado na BR-230, distante cerca de 6 quilômetros de Cajazeiras, em direção a Sousa.