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Baixo nível de oxigenação da água pode ter causado morte de peixes em Boqueirão de Piranhas

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O gerente regional da Cagepa em Cajazeiras, Cleudismar Alexandre, o Neném do Catolé, disse que a mortandade de peixes que vem sendo verificada nos últimos dias no açude de Boqueirão de Piranhas pode estar acontecendo por conta da baixa concentração de oxigênio da água, possivelmente devido às matérias orgânicas que submergem para o fundo do manancial em razão da cheia dos últimos meses.

Ele lembrou que as últimas coletas in natura realizadas pelo órgão e enviadas para estudo em São Paulo revelam o nível dois, enquanto o normal é que se atinja o ponto cinco, para, assim, atestar uma água com uma boa carga de oxigênio para a sobrevivência dos peixes.

Sobre a possibilidade das mortes estarem sendo causadas por fertilizantes despejados no açude através das plantações, o gerente disse que os testes também revelam que esse não seria o motivo, uma vez que as quantidades encontradas desses produtos tem sido mínimas nas testagens.

A ambientalista e atual secretária de Desenvolvimento Rural de Cajazeiras, Maria das Dores (Branquinha Abreu), identifica causas semelhantes para a mortandade de peixes observadas em Boqueirão.

“Existe o nível mínimo de oxigênio na água que deve existir para que os peixes continuem vivos, se estão morrendo é porque o nível de oxigenação da água está inferior ao que é necessário”, disse.

Segundo a ambientalista, as demais características que a água deve possuir elas estão dentro da normalidade. “O motivo pode ser uma grande quantidade de material orgânico depositado no açude ou trazida pelas chuvas”, revelou Branquinha.

Por REDAÇÃO

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