No ano de 2015, pelas páginas do Gazeta, enumerei 16 obras que a cidade de Cajazeiras sonhava em ter e que lutava por elas: Instituto de Medicina Legal, Novo Hospital Universitário, Casas Populares, Transnordestina, Novo Campus do IFPB, Asfalto para Engenheiro Avidos, Águas do São Francisco, Instalação da 5ª Vara, Construção do Novo Fórum, Exploração das Minas de Ferro do Sítio Patamuté, Perimetral Norte, Esgotamento Sanitário da Zona Norte, Urbanização do Açude Grande, Adutora da Zona Norte e Zona Franca do Semiárido.

Entre os anos de 2015 e 2019 as pressões da Sociedade Civil junto à classe política, fez com que dentre as dezesseis obras, apenas uma fosse efetivada: a Adutora da Zona Norte e duas estão em fase de conclusão: Instituto de Medicina Legal e as Casas Populares.

O Novo Hospital Universitário caminha por entre a imensa burocracia que “impede” que as coisas avancem neste país, mas já deu alguns passos importantes: os recursos para a elaboração do projeto, no valor de R$4.500,000,00 foram liberados e uma Emenda de Bancada, no valor de R$25.000,000,00 (que foi contingenciada) e foi reduzida para 18 milhões de reais,  já se encontra na conta da Universidade Federal de Campina Grande e o processo de licitação está se encaminhado. Novas lutas precisam se desenvolvidas, bem mais ativas, até atingir o patamar de quase 200 milhões de reais para a sua conclusão.

As Casas Populares, que na realidade se transformaram em apartamentos, começam a ser tornar uma realidade: 300 estão concluídos e mais 300 estão em andamento.

O Instituto de Medicina Legal, que há anos se transformou numa das grandes bandeiras de todos os segmentos da sociedade cajazeirense está com suas obras físicas em fase de acabamento, iniciada no governo de Ricardo Coutinho e que teve uma emenda do Senador Raimundo Lira no valor de 1,5 milhões de reais e já foi anunciado pelo governador João Azevedo que será inaugurado no próximo mês de setembro. Outra luta será para equipá-lo e que a cidade deverá ficar atenta para este fato, além da contratação de todo o pessoal. Possivelmente, ainda venha a funcionar em 2019.

O Novo Fórum, cujo terreno foi doado ainda no governo de Léo Abreu e como o Tribunal de Justiça não deu nem bolas para o pleito da cidade, a prefeitura deverá retomar o terreno e vendê-lo para cobrir o déficit do IPAM. Faltaram garra e determinação da classe política e mais pressão da sociedade civil.

A Transnordestina e as águas do Rio São Francisco, com os novos ventos oriundos de Brasília, poderão quem sabe se tornar uma realidade. Agora estes trilhos só aportarão nas terras paraibanas se houver uma luta de gigantes da bancada federal e que terá como consequência a ampla possibilidade da exploração das minas de ferro do Sítio Patamuté.

A Zona Franca do Semiárido, com a entrada do Ceará na luta por sua implantação e o estado de Pernambuco que também está de olho, poderá se tornar uma realidade e esta conquista alargará as possibilidades de desenvolvimento de nossa região, que é tida como uma das mais pobres do Nordeste brasileiro, em termos de industrialização. Cajazeiras que será o pólo/centro deverá descruzar os braços para não perder esta posição e por o pé na estrada, senão, com tantos gaviões e poderosos políticos nordestinos, ficará a ver navios. Este projeto já estaria pronto para ser votado no plenário da Câmara Federal.

Outra ação: A Perimetral Norte, que no momento se constitui numa necessidade premente, porque pelo aumento do volume de cargas que os caminhões podem transportar, o asfalto construído na Avenida Severino Cordeiro e Júlio Marques do Nascimento, brevemente estarão destruídos. Então se faz necessário a retirada do tráfego pelas vias urbanas dos caminhões que veem pela PB 393 para alcançar a BR 230.

O Esgotamento Sanitário da Zona Norte, várias vezes iniciado, várias vezes parado, precisa ver por andam os recursos e retomar a obra, de real valor e importância para o município, pois incrementa o aumento do índice do IDH.

O Novo Campus do IFPB: o terreno foi doado, mas a Reitoria não se manifestou de forma positiva. A luta não pode parar. Agora é cobrar emendas parlamentares para dá inicio a obra.

A reurbanização do Açude Grande, uma luta de décadas, continua sendo um dos sonhos de Cajazeiras, mas só poderá ser realizada com recursos federais, mas como não temos mais nenhum filho de Cajazeiras no Congresso Nacional, ficará mais longe e muito mais distante a realização desta obra.

Cajazeiras, voltou a ter três deputados estaduais, a quem vamos ficar cobrando ações efetivas e uma pauta positiva, principalmente com relação à construção da pavimentação do asfalto da estrada de Engenheiro Avidos, já anunciada pelo governador João Azevedo.

Os sonhos e as esperanças não devem jamais deixar de existir. Vamos à luta.

1 Comment

  1. Avatar
    Roberval Moreira
    29/08/2019

    Mas para isso acontecer os Cajazeirense tem que voltar a ter o espirito de luta de quando Cajazeiras teve na luta do curso de medicina e principalmente a imprensa de Cajazeiras que não dá muita importância a esses assuntos que foram elencados pelo José Antônio, assuntos esses que irá modificar a economia dee Cajazeiras. A imprensa de cajazeiras a maior parte dela parece ser a imprensa jabariana e robotizada e alinhada com os assuntos da prefeitura de Cajazeiras e de grupos políticos e tecla replay todos os dias é esse, quem vai candidato candidato a. Prefeito e vice e vereador no ano de 2020, se tornando injuativo esse assunto, e aí a imprensa Cajazeirense esquece de divulgar as coisas que realmente vai fazer a diferencia para o progresso da terra do Padre Rolim, faltou o professor José Antônio colocar nesta lista a aeroporto de Cajazeiras com linhas aéreas.

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