As demandas de Cajazeiras

A COLUNA DE JOSÉ ANTÔNIO DE ALBUQUERQUE

O que estaria faltando no município de Cajazeiras para que ele pudesse reconquistar a posição de destaque no cenário econômico, político e social da Paraíba, quando já esteve em 5º lugar e hoje amarga, possivelmente, a 10ª posição?

Muitas são as demandas e as nossas lutas e poderíamos enumerar algumas:

Construção do novo HOSPITAL UNIVERSITÁRIO com 200 leitos, no valor de 186.000,000,00 de reais, em processo de licitação pela EMPRESA BRASILEIRA DE SERVIÇOS HOSPITALARES, ligada ao Ministério da Saúde. E já estaria na conta UFCG R$28.000,00. Este equipamento é de extrema importância para toda a região e que depois de concluído transformará nossa cidade no terceiro pólo de saúde do estado.

URBANIZAÇÃO DO AÇUDE GRANDE, projeto no valor de 20.000.000,00 milhões de reais, sendo que sete milhões já estariam disponíveis, estudar como anda este processo no MINISTERIO DAS CIDADES, para DESBLOQUEAR esta verba.

Implantação do ASFALTO PARA o DISTRITO DE ENGENHEIRO AVIDOS, o projeto já está pronto e foi incluído no empréstimo junto a um agencia internacional e que deverá ser aprovado pelo SENADO. O governador João Azevedo afirmou, na penúltima viagem que fez a Cajazeiras, que no próximo ano vai executar a obra.

A cidade está precisando urgentemente de recursos para RENOVAR SUA MALHA ASFALTICA, que está bastante estragada e necessitaria em torno de 3 milhões de reais. O prefeito anda atrás do governo do estado, mas não tem conseguido.

Um equipamento que a cidade está precisando é de um Espaço Cultural, onde seria agregado, além de um auditório para mil lugares, o arquivo público, que vive abandonado e sem nenhum cuidado, uma nova biblioteca, a Academia de Artes e Letras, o Instituto Histórico e uma área para exposições e eventos. Recentemente, a cidade sediou dois grandes eventos e o número de inscritos, que poderia ter sido maior ainda, já indicaria a necessidade de um espaço mais amplo para estes movimentos culturais, literários e sociais, além de congressos e seminários.

EXISTE UM ESTUDO PRELIMINAR PARA INTERLIGAR A RODOVIA QUE VAI PARA SÃO JOÃO DO PEIXE (PB 392) COM A BR 230, denominada de PERIMETRAL NORTE e esta construção evitaria que os caminhões pesados, que vêm do Rio Grande do Norte,  trafeguem pelo centro da cidade. Uma resolução da prefeitura municipal, que proíbe o tráfego destes caminhões por esta rodovia parece não está surtindo o efeito desejado, tendo em vista a presença destas carretas circulando pela Avenida Brasil e pela Rua Severino Cordeiro e consequentemente estragando o asfalto que foi construído recentemente.

A Abertura da Rua João de Sousa Maciel e sua interligação com a BR 230, possibilitaria uma mobilidade excelente para os usuários da Zona Sul da cidade, principalmente para os alunos da Escola Técnica Estadual, da Escola do Sest/Senac, que está sendo construída e da Faculdade Santa Maria, além dos habitantes da Cidade Madura. A abertura desta Avenida possibilitaria mais um local para realização de grandes eventos, a exemplo do carnaval e Xamegão.

Cajazeiras é o SEGUNDO CAMPUS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE, em espaço físico e em número de alunos e existe um movimento, via sociedade civil organizada, no sentido de criar uma nova universidade – UNIVERSIDADE FEDERAL DO SERTÃO. Um projeto tramita na Câmara Federal e precisamos ficar atentos.

Existe também um Projeto de Lei tramitando na Câmara Federal para que a Escola Técnica Federal, atual IFPB, se tornar INDEPENDENTE de João Pessoa e passar a gerir seus próprios recursos e ações – esta também é uma luta simpática à cidade. Vale lembrar que Escola também recebeu como doação um terreno de 40.000 metros quadrados, para abrigar os cursos ligados às engenharias e está precisando de recursos – seria o caso de destinar verbas para este fim.

Tramita na Câmara Federal a criação da ZONA FRANCA DO SEMIARIDO e tem Cajazeiras como sede. Este projeto é de extrema importância para o desenvolvimento não só de nossa cidade, mas de toda região.

TRANSNORDESTINA – O TREM precisa voltar a circular no nosso município e se formos incluído no plano ferroviário nacional, vamos ter condições de EXPLORAR AS MINAS DE FERRO DO SÍTIO PATAMUTÉ, cujos estudos já foram realizados e se tem noticias de uma grande jazida.

Estas são algumas demandas de nossa cidade. Não temos um representante no Congresso Nacional, fica mais complicado, mas não podemos esmorecer. Vamos lutar.

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