Acal reúne membros para discutir lançamento de livro, criação de revista e concurso


A Academia Cajazeirense de Artes e Letras (Acal) realizará nesta sexta-feira (12), a partir das 19h30, na sede do Centro Cultural Zé do Norte, uma assembleia ordinária de caráter deliberativo para tratar de alguns assuntos. Na ocasião, estará sendo discutida, por exemplo, a participação da entidade na programação da Semana da Cidade de Cajazeiras, que acontecerá de 18 a 24 do próximo mês de agosto. A criação da revista da instituição e realização de concurso para selecionar o hino da Academia também serão temas da pauta.

O secretário-geral da Acal, Francelino Soares, informou que a assembleia ainda vai discutir quais os critérios a serem adotados para a eleição dos ocupantes das cadeiras de números 30 – cuja patronesse é Lacy Nogueira – e 34, da qual o patrono é Mozart de Souza Assis. A propósito, no total, a Academia possui 40 assentos. Ele ainda antecipou que outro assunto será a definição do título do livro contendo o esboço biográfico de todos os membros da entidade. E, durante a reunião, ainda serão distribuídas as carteiras que identificam os acadêmicos como integrantes do órgão.

“O objetivo da Acal é agregar membros tanto da área das letras quanto de outras expressões culturais, como o cinema, as artes plásticas e a música, já que Cajazeiras possui artistas diversos”, ressaltou Francelino Soares.

Ele disse que a Academia Cajazeirense de Artes e Letras foi instalada no último mês de maio, mas que é um sonho de longa data.

O secretário-geral da entidade ainda acrescentou que “a ideia da Acal surgiu em 22 de agosto de 2000, iniciada pelo então deputado federal Edme Tavares, na ocasião do bicentenário da cidade. No entanto, ela só começou a se tornar realidade em 2018, quando um bloco de pessoas ligadas à cultura em Cajazeiras se mobilizou”.

“Preservar a memória e a cultura também são objetivos da Academia Cajazeirense de Artes e Letras”, prosseguiu Francelino Soares. Ele lembrou que a entidade, que segue os mesmos moldes das instituições congêneres existentes pelo Brasil, “vai valorizar uma cidade que, ao longo da história, foi berço de nomes importantes para a educação e a cultura, a exemplo do Padre Rolim, Deusdedit Leitão e Zé do Norte”.

COM INFORMAÇÕES DO JORNAL A UNIÃO

No Comment

Leave a reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *