A minha carta a Papai Noel

A COLUNA DE REUDESMAN LOPES FERREIRA

TATYANA
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Amado Papai Noel, 2019 está chegando ao seu final, quinta feira dia 25 celebraremos mais uma festa natalina que chega com o nascimento do menino Jesus de Nazaré. Aproveito a oportunidade para fazer ao senhor o meu pedido, aquilo que seria ou será o meu presente de Natal e, acho que o mereço.

Papai Noel, sei que o senhor sabe do amor que tenho pela minha cidade, Cajazeiras, pelo seu povo, pela nossa história, pela memória desta e, dentro das minhas limitações de um “ser humano”, tenho me esforçado e muito oferecendo o meu tempo, a minha dedicação e empenho a um trabalho que é a instalação do Museu do Futebol da nossa terra, na verdade é um sonho, mas, já em andamento, mesmo com inúmeras dificuldades, entretanto, elas não são e não serão obstáculos para que continuemos buscando a sua qualificação e as melhorias que entendemos como fundamentais.

Quero lhe informar que tenho recebido ajudas de pessoas e de poucas empresas nesta empreitada a quem tenho externado o meu eterno agradecimento e tenho reconhecido as dificuldades que a nossa Prefeitura Municipal de Cajazeiras vem passando e não tenho cobrado a sua participação, mesmo assim Ubiratan tem me ajudado com a Secult.

Papai Noel, enche-nos de orgulho ver o quanto o Museu do Futebol de Cajazeiras anda sendo visitado pelos nossos estudantes e professores e, eles, demonstram em suas visitas, um interesse pelo conhecimento da história da terra do Padre Rolim que nos faz sentir a dimensão que este espaço lhes oferece. Apesar do que estamos a citar acima, nem tudo são flores e muita coisa ainda precisa ser feita para que possamos nos orgulhar e afirmar que a nossa cidade tem um museu de verdade. Temos um verdadeiro “arsenal” ao dispor para instalação no nosso Museu, mas, nos falta condições de estruturação.

E, o meu pedido a Papai Noel é que o senhor, com a sua força divina, possa apresentar aos nossos representantes políticos, classe empresarial e demais cidadãos, cajazeirenses e cajazeirados, apoio para este empreendimento que nos torna ainda mais fortes naquele sentimento de que somos a terra da cultura, esse apoio, essa ajuda, seria o meu grande presente.

Papai Noel, gostaria também, que esta carta possa ser entregue a todos aqueles que, de fato, poderão ajudar e apoiar está iniciativa que divido com todos os meus conterrâneos.

Por fim Papai Noel, me ajude nos dê o seu apoio para que possamos finalizar com sucesso a instalação do nosso Museu do Futebol de Cajazeiras.

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Reencontro

Este final de semana vai ser de muita festa e de muita confraternização entre os “Poiveiros”. Pois bem, assim como acontecera em 2018, Humberto Lacerda, organizou o Segundo Encontro dos antigos jogadores e dirigentes dos Poivas Esporte Clube. Adianto que já está tudo pronto e muita gente que não mais reside em Cajazeiras, confirmaram as suas presenças. A programação terá um jogo entre amigos, bem como um churrasco com direito a uma bela conversa que virá cheia de lembranças e belas recordações, além de uma cerveja bem gelada que ninguém é de ferro. Parabéns a todos os poiveiros e um Natal cheio de muita saúde e paz e que 2020 seja um ano de muitas realizações.

Reforços e amistosos

Os clubes que compõem a elite do futebol paraibano seguem se reforçando, Naça de Patos anunciou lateral Chico Bala, São Paulo Crystal trouxe o meia Henrique. Já os amistosos, destaques para o clássico da Rainha da Borborema que aconteceu um empate entre Treze e Campinense, 0 a 0, nos pênaltis o Galo venceu a Raposa por 6 a 5 e o CSP jogando em João Pessoa perdeu para o Naútico de Recife pelo placar de 2 a 0. A derrota não abalou Oliveira Canindé que utilizou muitos jogadores que forma a base do Campinense e falou que o time está evoluindo e uma partida desta responsabilidade é importante para adaptação dos jovens atletas da Raposa.

BOLA DENTRO

Para a visita dos jogadores do Atlético ao Museu do Futebol de Cajazeiras. Todos ouviram com atenção um resumo da história do Trovão Azul e a dimensão que é jogar nesta equipe. NOTA 10!

BOLA FORA

Para o vandalismo das torcidas organizadas Brasil afora nos estádios de futebol do nosso país. As autoridades precisam conter o crescimento dessa onda e punir os seus responsáveis.

ELIANE BANDEIRA

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