Mariana Moreira, jornalista e professora

Personagens que fizeram e que fazem a história de Cajazeiras

MARIANA MOREIRA NETO

Cachoeira dos Índios (PB), 03/08/1959


Mariana Moreira abriu os olhos e chorou pela primeira vez no dia 3 de agosto de 1959, para a alegria de seus pais Raimundo Moreira de Moura e Bernardina Moreira de Moura, no Sítio Impueiras, município de Cachoeira dos Índios.

Com apenas 23 anos de idade, já tinha em mãos um diploma de jornalista conquistado na Universidade Federal da Paraíba (UFPB) no ano de 1982 e no dia 1º de novembro de 1983, se tornou redatora da Rádio Alto Piranhas, produzindo e apresentando o programa Olho Vivo, onde esteve até o dia 6 de janeiro de 1986.

Mas a grande vocação de Mariana, ao longo de sua vida, tem sido o magistério. No ano de 2000, concluiu o Mestrado, também pela UFPB, e se tornou Doutora em Sociologia e, atualmente, é professora adjunta da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), campus de Cajazeiras, e atua com brilhantismo na sala de aula e realiza pesquisas e experiências com ênfase sobre os temas do semiárido, convivência, relações de gênero, assentamentos e educação.

É ganhadora do Prêmio Nelson Chaves de Teses e Dissertações sobre o Nordeste, da Fundação Joaquim Nabuco, em 2011, no Recife (PE).

Mariana tem uma vida acadêmica intensa e uma vasta produção de artigos, além de participações em bancas julgadores e de orientações e tem prestado assessoria mais diversas junto aos órgãos da sociedade civil organizada, à Igreja e a núcleos de defesa da mulher e dos agricultores. Desenvolve, também, uma série de projetos de pesquisa – todos ligados às questões do Nordeste.

Muito embora tenha se dedicado mais à vida da academia, tem sido uma voz constante nos congressos da Andes, o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior, em defesa da sua categoria. Mesmo assim, tem conseguido tempo para, semanalmente, pontuar uma coluna no jornal Gazeta do Alto Piranhas, também publicada no blog Coisas de Cajazeiras, onde, de preferência, resgata suas memórias de filha de agricultor, criada tomando leite mugido e ouvindo ao amanhecer o canto dos passarinhos no pedaço de chão mais importante e sagrado de sua vida: o Sítio Impueiras, onde sempre faz poesias e belos poemas. Sem esquecer que, no primeiro domingo de cada mês, participa dos ‘Debates Populares’, programa da Rádio Alto Piranhas.

Pertence a Academia Cajazeirense de Artes e Letras (Acal), que tem como patrono a professora Vitória Bezerra.

COM INFORMAÇÕES DO GAZETA DO ALTO PIRANHAS

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