A festa de noventa anos do Comandante

A COLUNA DE SAULO PÉRICLES BROCOS PIRES FERREIRA

TATYANA
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[dropcap style=’box’]N[/dropcap]o último sábado, eu e minha família tivemos a satisfação de comparecer à festa que comemorava os 90 anos do nosso comandante em chefe no ramo empresarial de nossa cidade, o amigo de longa data de meus pais, e meu, o Sr. José Cavalcanti.

Foi impressionante o esmero na concepção, um show na decoração, em que duas estruturas metálicas desmontáveis cobertas, ampliaram o local da festa, e contratada a maior empresa de eventos da região, a Maison Brunelle, servidas as melhores entradas, no maior banco de frios que essa região já viu, e um jantar absolutamente delicioso. Se compreendia o que nosso comandante tem por respeito aos seus amigos, em que me orgulho, mesmo sendo pouco merecedor, de fazer parte desse seleto grupo.

Ali estava a Cajazeiras e a Paraíba de Zé Cavalcanti, sua família, onde tenho que destacar sua irmã Mirian Cavalcanti Andriola, minha professora de português mais querida, e alguns amigos comuns, que cito meus amigos de toda a vida Sabino Filho e Beto Montenegro. Um convidado foi para mim especial, meu primo Estênio Pires Cordeiro, médico que reside em João Pessoa, meu primo, filho de Dr. Severino Cordeiro e minha tia Diva, e Estênio também teve muita influência, e da forma positiva em minha formação como ser humano, sua esposa Dorinha Mendes Cordeiro, e minha antiga “paquera” de adolescência Maria do Carmo Mendes, nossa Cacá, que ainda dei uns passos de dança para recordar aquele passado maravilhoso.

Mas vamos ao que além de minas reminiscências pessoais, me impressionou mais nessa festa que vai ficar na história de nossa cidade e região. Logo na entrada estava exposto um jeep, da Willis Overland, talvez o primeiro modelo de veículo comercializado por Cavalcanti & Primo, que quando eu era criança era o veículo padrão de nossa região, presentes todos os seus filhos genros e noras, José Cavalcante e Dona Ildinete, ele esbanjando uma juventude nonagenária que faz inveja a qualquer pessoa que o visse, (eu mesmo pareço mais velho aos 63 do que José Cavalcanti aos 90). Os familiares, e , para quem já foi a outras festas de José Cavalcanti, aquele padrão de finesse e de bom gosto, apenas dessa vez muito mais suntuoso.

O Whisky era de “reserva especial” o top line da Johnie Wlakier.  Eu mesmo, que conheço as festas do Comandante, que sempre serve jantares mais tarde, enquanto os convidados menos avisados se fartam nas entradas, eu comi um salgadinho de salmão, que quase não consigo jantar.

A nossa ACAL, Academia Cajazeirense de Artes e Letras, estava representada e bem Frassales nosso Presidente, e na organização do evento, Professor Francelino Soares, além de Professor José Antônio, Tantino e lá em baixo, minha pessoa, fizemos do que o evento tivesse num, digamos ”ar acadêmico” Presentes também os representantes do clero, onde destaco Pe. Severino vigário da Catedral e Pe. Antônio Neto, Vigário de Nossa Senhora de Fátima, e os políticos de toda a região, onde destaco Wilson Santiago, Dep. Federal, Júnior Araújo e Jeová Campos, Deputados Estaduais, Zerinho, Carlos Antônio e Quirino, ex-prefeitos, e se ficasse elencando a presenças, tinha de escrever páginas e páginas.

Foi um evento simplesmente maravilhoso, e não há outro adjetivo que possa descrever essa festa, o encontro da Cajazeiras e região de José Cavalcanti, do jeito que nosso Comandante entende com seu tino apuradíssimo, o que e quem é representativo para ele, dentro de sua concepção diferenciada.

Ainda estou lendo o seu livro que conte a trajetória de sucesso desse grande homem.

Fico a imaginar como vai ser o Centenário de José Cavalcanti.

Apenas uma coisa me entristeceu, ver em cadeira de rodas, o maior dos empresários que essa região já produziu, minhas preces para o pronto restabelecimento de Dom João Claudino, que completara, se Deus quiser, e ele quer, noventa anos no próximo ano. No mais a recordação de uma festa inesquecível.

ELIANE BANDEIRA

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