A Faisqueira do Gazeta


Zero para os sem tetos – O Programa Minha Casa, do governo federal, se até ontem o município de Cajazeiras não foi contemplado com nenhuma unidade, agora é que com esta crise e com o novo governo que se instalou no Palácio da Alvorada, os cajazeirenses continuaram no zero, zerinho. E agora quem nos salvará?

Novo cemitério – A cidade de Cajazeiras poderá ganhar um novo cemitério, mas depende do solo do local que foi escolhido, que fica na zona norte da cidade. Outro foi descartado porque o solo era rochoso. Vale lembrar que o Cemitério Nossa Senhora Aparecida foi ampliado a alguns anos e esta nova área era e ainda é uma lagoa.

Novo cemitério 2 – Quando, durante o inverno, as covas são feitas, com menos de um metro de profundidade, já começa a minar água em abundância, ao ponto de se ter que sepultar os mortos com pesos sobre os caixões, tamanha é a quantidade de água. Num canto tem pedra, noutro água.

No estaleiro – Quem teve oportunidade de ver e ouvir o senador Cássio Cunha Lima pela TV senado, no início da semana, observava-se que o mesmo estava com a voz diferente e ofegante. Não deu outra teve que se licenciar por três dias com crise de sinusite e febre. Ainda bem que não é a zica, a doença que põe uma cunha na vida da pessoa e trava tudo.

A granel – Na última semana, depois que o nome de Júnior Araújo foi “alijado” da disputa, todos os dias a imprensa de Cajazeiras divulga um nome diferente para compor a chapa da prefeita Denise, mas somente quatro pessoas vão definir quem será o ungido: Carlos Antonio, Denise, Ricardo Coutinho e Jeová Campos.

A granel 2 – A partir da terça-feira o nome da vez foi o do empresário Arlan Rodrigues, filho do ex-prefeito Zerinho, que inclusive para “alicerçar” o nome dele teria convidado a prefeita Denise para fazer o seu programa semanal em uma emissora de sua propriedade. O fato é que, até o final do mês ou mesmo antes, o nome será conhecido, segundo o próprio governador.

Coligações – Em Cajazeiras, nos intestinos das três dezenas de partidos políticos, a cólica é muito grande e também é muita elevada a pressão entre seus membros e principalmente entre os possíveis candidatos a vereadores, onde cada um, dentro da sua matemática, que se coligar com um partido e quer ver distantes outros.

Coligações 2 – Entre os partidos que vão compor a base aliada da prefeita Denise está existindo uma “guerra” com proporções enormes e cada um pensando só na sua situação, sem querer “abrir” ou se “adequar”, tendo em vista o nome da prefeita Denise que concorre a reeleição e da possível maioria na próxima legislatura.

Coligações 3 – Para conduzir este “exército”, onde cada um só pensa em montar uma estratégia para que seus soldados sejam vitoriosos e não o todo deverá desembarcar no campo de batalha o grande general, que com sua capacidade de liderar, deverá comandar todos os “soldados” para um único objetivo: a vitória de todos. O nome deste general: Carlos Antonio.

Coligações 4 – Carlos Antonio já teria sinalizado que não vai agüentar “pressão” seja de onde for e todos deverão caminhar com o objetivo também de eleger Denise, porque caso contrário, como a História registra, poderá ocorrer o mesmo fenômeno eleitoral da eleição de Léo Abreu.

Coligações 5 – Em 2008, as coligações dos vereadores que faziam parte da base de Marinho, que foi o candidato indicado por Carlos Antonio, elegeram a maioria absoluta dos vereadores, enquanto o candidato a prefeito foi derrotado. Significa que os candidatos não “casaram” o seu voto com o do candidato a prefeito. Resultado; uma fragorosa derrota. Tem que gritar pelo nome do santo antes que a cobra morda.

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