A Faisqueira do Gazeta


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Abençoados – A prefeita Denise e o ex-prefeito Carlos Antonio marcaram presença na missa da Padroeira da Diocese e de Cajazeiras, Nossa Senhora da Piedade e de joelhos pediram graças e bênçãos para a sua família e para o povo da cidade e receberam a última benção dada por Dom José, enquanto bispo da Diocese, já que na manhã seguinte o papa Francisco aceitou o seu pedido de renúncia.

Lágrimas – As lágrimas de Dom José, quando comunicava oficialmente que o papa Francisco aceitara a sua renúncia, emocionaram aos que estavam presentes na Capela do Palácio e a todos que ouviam pelas emissoras de rádio e o seu pedido de perdão pelas falhas demonstrou a sua humildade.

Lágrimas 2 – Ainda na sua fala fez duas revelações: “não tenho casa, mas Deus proverá” e “não é conveniente o bispo continue no mesmo lugar”. Comenta-se que irá residir em João Pessoa e a exemplo de Dom Matias ficará colaborando, durante as festas religiosas da Diocese.

Operação andaime – O advogado Adjamilton Pereira, com militância política de oposição a prefeita de Cajazeiras, Denise Albuquerque, e filiado ao PMDB, é agora o patrono de Justino, o único envolvido da “Operação Andaime” preso e que teria feito “delação premiada” para ter direito a liberdade. Sem dúvida uma posição privilegiada do ponto de vista político, enquanto é mantido o segredo de justiça sobre a fala de Justino.

Operação andaime 2 – Desde que circulou a noticia de que Justino teria feito uma “delação premiada” que o estoque de lexotan das farmácias da região baixou consideravelmente e o telefone de seu advogado teria sido preciso desligar, tantos eram os pedidos de informações. Até para São Expedito já tem promessa.

Candidatos de sobra – Em Cachoeira dos Índios, pode faltar cachoeira ou índio, mas candidato a prefeito não vai faltar: pela situação podem ser Bodinho (reeleição) ou Têta Francisco e mais dois: Guia da Farmácia e Alan. O povo adora quando tem muitos candidatos, porque não tem perigo de seus pedidos não serem atendidos; é a velha máxima: “quanto mais cabra mais cabrito”.

Sem acordo – Na cidade de Poço de José de Moura, a prefeita Aurileide sonha de olhos abertos com a possibilidade de ser candidata única em 2016, mas os trabalhos de bastidores que estariam sendo feitos junto a Paulo Brás, parecem ter ido de água abaixo. Paulo abriu o berreiro: “não tem acordo, sou candidato”. Parece que a campanha para Aurileide, não tem jeito, vai ficar mais cara. Quem não estava gostando deste acordo era o povo que ia ficar sem ter a “quem vender o voto”.

Decisão política – Uma pergunta que se tem ouvido, com bastante freqüência, principalmente dos cajazeirenses que residem em outras cidades: e a conclusão do aeroporto? Muitos concordam: é um ato puramente de decisão política, que infelizmente as lideranças políticas de Cajazeiras parecem ter medo de cobrar do governador Ricardo Coutinho.

Decisão política 2 – Outra questão? Mas o que está faltando realmente para que a ANAC faça a homologação? O desmonte de uma pedra, que qualquer “tirador de pedra” da Estrada de Jatobá realiza o serviço em menos de 15 dias, mas porque tanto complicação? A resposta é a mesma: falta de decisão política.

Decisão política 3 – O governador do estado noticiou que solicitou do Exército Brasileiro autorização para compra de dinamite para explodir as pedras, em seguida complementou: “pra o estado é complicado a licença, enquanto isto os bandidos todos os dias explodem com dinamites os cofres de agências bancárias de nosso estado”.

Decisão política 4 – Só tem uma solução: contratar os tiradores de pedra de Cajazeiras, que com certeza vão gastar apenas um terço do que a licitação que foi publicada, no valor de 140 mil reais. Enquanto não aparecer um “filho de Deus” pra ficar no pé deste negócio, jamais o aeroporto de Cajazeiras será concluído, até porque o valor do serviço é irrisório e nenhuma empresa quer fazê-lo.

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